terça-feira, 24 de junho de 2014

GOVERNO TEM QUE PARAR COM CORTES INCONSTITUCIONAIS E CORRIGIR AS INJUSTIÇAS QUE FAZ

O Partido Socialista, através do seu Secretário Geral, resumiu a atuação do governo em “três anos, três orçamentos, três chumbos”. Relativamente ao que irá acontecer com subsídio de Natal dos funcionários públicos, o líder socialista denuncia que os trabalhadores irão ter cortes em 5/12 desse subsídio, "por causa da decisão política do governo de pagar o subsídio de Natal por duodécimos”. Ou seja, é um “direito retirado ao trabalhador devido à forma de pagamento escolhida pelo governo”. Seguro pede ao governo que “corrija essa imoralidade e faça justiça”, pagando o que é devido aos trabalhadores. Existe no orçamento do Estado uma folga de 900 milhões de euros, identificada pela própria UTAU do Parlamento. O governo não tem, portanto, qualquer desculpa para não cumprir a sua obrigação e repor os cortes efetuados nos duodécimos do subsídio de Natal.

Quando o Tribunal Constitucional não deixa o governo implementar as medidas inconstitucionais que desenha, “a sua resposta é sempre de vingança, com mais cortes” aplicados às famílias portuguesas, acusou o líder socialista, que reafirma que, quando o PS governar, a “prioridade é repor de imediato os cortes nas pensões” e terminar com a contribuição imposta a reformados e pensionistas.

sábado, 7 de junho de 2014

28 DE SETEMBRO - DIA DAS ELEIÇÕES PRIMÁRIAS PARA CANDIDATO DO PS A PRIMEIRO-MINISTRO

Na reunião da Comissão Política Nacional do PS foi decidida a data de 28 de setembro para as eleições primárias, abertas a simpatizantes, que irão decidir o candidato socialista a primeiro-ministro. António José Seguro apresentou os princípios fundamentais para as eleições primárias que, entre outros pontos, definem quem pode votar, tendo a proposta sido aprovada por larga maioria dos socialistas na Comissão Política Nacional. 

Até ao final deste mês, será elaborado o regulamento eleitoral, que depois será publicamente disponibilizado. O PS garantirá igualdade de oportunidades às candidaturas e António José Seguro propôs que sejam realizados três debates públicos na comunicação social. Poderão votar nestas eleições primárias os cidadãos inscritos nos ficheiros nacionais do PS e simpatizantes, sendo considerados simpatizantes os cidadãos eleitores que cumpram os requisitos a estabelecer no regulamento eleitoral, entre eles, obrigatoriamente, a assinatura de um compromisso individual de concordância com a Declaração de Princípios do PS. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

TRIBUNAL CONSTITUCIONAL DEU RAZÃO AO PARTIDO SOCIALISTA

Em reação ao chumbo do Tribunal Constitucional anunciado na semana passada, António José Seguro salientou que a decisão é “uma boa notícia para os funcionários públicos, os pensionistas e os desempregados”. “É boa notícia para a economia nacional e é uma boa notícia para todos os democratas que respeitam a Constituição da República”, sustentou. 

“O Tribunal Constitucional deu razão ao Partido Socialista”, frisou. O líder socialista considera “indesculpável que o país tenha um Governo que viola a lei fundamental do país”. Neste sentido, afirma a necessidade do Presidente da República tomar as iniciativas adequadas para encontrar soluções. “O Partido Socialista está disponível para fazer parte da solução”, assegurou, acrescentando que “todos os órgãos de soberania devem estar disponíveis”. 

domingo, 25 de maio de 2014

PARTIDO SOCIALISTA VENCE AS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU NO CONCELHO DE CONDEIXA

O Partido Socialista obteve hoje no concelho de Condeixa uma grande vitória. Maior ainda que aquela conseguida a nível nacional, o que significa que os Condeixenses mostraram um grande cartão vermelho ao governo, mostrando claramente que estão contra a política económica e, principalmente, contra a política social da coligação PSD/CDS. 

O PS obteve 1685 votos, o que representa uma percentagem de 37,77% contra 911 votos da coligação PSD/CDS (20,41%) - quase o dobro! O BE foi o terceiro partido mais votado com 582 votos (13,04%), muito potenciado pelo factor Marisa Matias, actual Eurodeputada, com raízes na freguesia de Vila Seca, onde de resto venceu as eleições com mais 20 votos que o Partido Socialista, que foi votado por 98 eleitores (29,16%). A CDU atingiu os 509 votos, representando 11,41% e o MPT teve o quinto resultado mais expressivo com 439 votos (9,84%).

sexta-feira, 23 de maio de 2014

O VOTO NO PS NO PRÓXIMO DOMINGO É UM SINAL DE PROTESTO A ESTE GOVERNO


Liliana Pimentel
No próximo dia 25 de maio, os cidadãos europeus vão escolher mais do que os seus representantes no Parlamento Europeu: desta vez, o seu voto vai decidir quem sucederá a Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia. Existem especialmente cinco razões pelas quais estas eleições são importantes:

1.     Por um lado, o Parlamento da União Europeia tem muito mais poder do que antigamente. Desde 2009, que em parceria com a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu é responsável pelo orçamento da União Europeia.

2.     Por outro lado, estas eleições dizem respeito à eleição de um dos mais poderosos líderes da Europa. Os deputados terão uma palavra a dizer, pela primeira vez, sobre aquele que poderá ser o novo presidente da Comissão Europeia, sendo que os grupos parlamentares da UE concordaram que a escolha de candidato a presidente será retirada do grupo que ganhe a maioria dos assentos no Parlamento.

PELA MUDANÇA, VOTAR PS - CONHEÇA OS CANDIDATOS AO PARLAMENTO EUROPEU

No próximo domingo, dia 25 de maio, dia das eleições para o Parlamento Europeu, aos portugueses, só resta uma alternativa. Para que as políticas que tanto transtorno e miséria nos tem trazido mudem de rumo só há um caminho a seguir: VOTAR PS!

Nos últimos dias mostrámos através do testemunho de muitos Condeixenses as suas opiniões e razões porque no domingo votem Partido Socialista. Hoje, a menos de 48 horas do sufrágio, apresentamos a lista das mulheres e dos homens capazes de trazer alguma esperança ao povo português com os contributos que podem dar na MUDANÇA das políticas europeias.
1 - Francisco Assis

A lista de candidatos do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, que foi aprovada em Comissão Política Nacional por unanimidade, teve como critério cumprir três grandes objetivos: Renovação, Qualidade e Competências específicas em dossiers fundamentais para Portugal e para o PS. A lista é totalmente paritária, o que acontece pela primeira vez na história da democracia portuguesa, e integra três independentes em lugares elegíveis. A apresentação será feita este domingo, na sede nacional.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

É TEMPO DE APROVEITAR OS JOVENS!

Tiago Picão
As eleições europeias do próximo dia 25 de Maio, serão com toda a certeza o início da tão esperada Mudança para Portugal e para o projeto Europeu.

Chegou o momento de mostrar um enorme cartão vermelho a este governo e a esta Europa carregados de desigualdades sociais, e que nos fizeram reféns e vítimas de uma austeridade cega. Chegou a hora de dizer basta! Basta de austeridade, de cortes nos salários e nas pensões, que resultaram na destruição do Estado Social. Basta de políticas que destroem o futuro dos nossos jovens, a geração de emigrantes e desempregados mais qualificada de sempre.

É o tempo de fazermos uma Europa unida, que evolua ao mesmo ritmo de forma solidária. É tempo de aproveitar os bons exemplos de empreendedorismo dados pelos nossos jovens e multiplicá-los. É tempo de investir em políticas que criem uma economia sustentável que promovam o emprego e a criação de riqueza a partir da qualificação existente. É tempo de apoiar e aproveitar os jovens!

quarta-feira, 21 de maio de 2014

MARIA JOÃO RODRIGUES EM CONDEIXA NA PRÓXIMA 5ª FEIRA, DIA 22 DE MAIO

Maria João Rodrigues
Por razões pessoais, já não será a n.º 4 da lista do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, mas sim a n.º 2, Maria João Rodrigues, quem virá a Condeixa à Biblioteca Municipal, para a sessão de esclarecimento prevista para as 21h (novo horário).

Maria João Rodrigues, é atualmente Conselheira para a União Europeia, membro da coordenação do consórcio de fundações europeias “New Pact for Europe”, membro de vários Think-Thanks Europeus e professora catedrática no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) e na Universidade Livre de Bruxelas - Instituto de Estudos Europeus.

Foi Ministra para a Qualificação e o Emprego do 1º Governo de António Guterres e conselheira especial junto da Comissão Europeia em várias equipas da Presidência Europeia.

terça-feira, 20 de maio de 2014

OS DESAFIOS DA EUROPA EXIGEM UMA POLITICA DE COESÃO FORTE

João Leal
No próximo dia 25 de Maio há eleições Europeias! Não se pode negar o facto dos últimos anos terem sido dominados pela crise financeira, económica, depois política e respectivas sequelas. De facto depois do tsunami financeiro, a Europa ainda não encontrou a resposta adequada, limitando-se a ir a reboque dos acontecimentos e agindo em função da pressão dos mercados. Com elevados custos económicos e sociais. Os cidadãos perguntam: como é possível termos chegado a este ponto? Quer a nível europeu, quer a nível nacional, está provado que a terapêutica da austeridade pode matar o doente, uma vez que conduz à retracção do consumo, e a um aumento brutal dos impostos, sobre as pessoas e as empresas. É preciso quebrar este círculo vicioso, conciliando as medidas de austeridade com políticas de crescimento económico e de criação de emprego.

A crise económica resulta da fraqueza das lideranças políticas que, a nível nacional, europeu e global, se deixaram contaminar pelas doutrinas neo-liberais pregadoras de uma fictícia capacidade de auto-regulação dos mercados e que se deixaram capturar pelos interesses do capitalismo especulativo. Os socialistas portugueses e europeus não podem resignar-se, numa União Europeia hoje dominado por uma direita retrógrada e ao serviço de uma economia “financeirizada” que procura travar a integração política europeia e destruir o projecto social europeu.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A QUESTÃO EUROPEIA

Gil Feio
As próximas eleições para o Parlamento Europeu revestem-se de uma importância como talvez nunca antes tiveram. Sabemos que caminhamos no sentido da integração, no entanto esta não pode nem deve, para os portugueses, ser sinónimo de desigualdades, corte de salários, elevadas taxas de desemprego ou mesmo a destruição dos mais básicos direitos democráticos. Queremos uma Europa que caminhe a um só velocidade no sentido da construção e do fortalecimento dos países que a constituem, assente no crescimento económico, mas mais solidária com aqueles que menos podem. 

Os sacrifícios impostos nos últimos tempos não podem ser um dado adquirido! Ao invés de políticas de austeridade, queremos um programa de investimento europeu para o desenvolvimento de infra-estruturas e serviços públicos que tenha as pessoas como prioridade. Só faz sentido um debate que incorpore de uma vez por todas as questões nacionais num nível europeu e que consiga olhar para as especificidades de cada estado membro.